domingo, 18 de setembro de 2011

eu acho que eu tenho isolofobia

:x

do primeiro, o coração batendo forte (gui)
do segundo, o jeito que fazia me sentir especial (hosan)
do outro, a pergunta não respondida (zezinho)
do próximo, a vontade de me ver (ravi)
do último, se importar muito. (diego)
junta tudo e coloca nele... aê! (principe)

sinto falta de pequenas coisinhas

sábado, 17 de setembro de 2011

o que a gente quer de verdade,
ninguém sabe,
ah, mas como é bom quando acertam :)

sexta-feira, 16 de setembro de 2011

Ir Embora, Tiê


Olho da janela do meu carro
O caminho está errado
Seus carinhos não me bastam
Sinto muito eu não disfarço
Meu desejo
É pensando sempre no espaço
Que eu sinto o seu descaso
Como se os meus pés descalços
Só pisassem num problemas
Tão distantes
Não entende como soar
A verdade dos seus vícios
Não percebe o que magoa
Não me dá o que eu preciso
Vim, querendo ir embora
E eu faço a toda hora
Tentei
Mudar o fim da história
Não deu
Olho da janela do meu quarto
Desconheço o meu espaço
Reconheço os meus limites
Tudo ao mesmo tempo eu faço
Passa o tempo
Não entende como soar
A verdade dos seus vícios
Não percebe o que magoa
Não me dá o que eu preciso
Vim, querendo ir embora
Isso eu faço a toda hora
Não me deixa mais eu
Vim

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

não sei o que eu procuro,
mas eu sei que quando eu achar,
vou saber

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Caio Fernando Abreu

*Preciso de segurança, de amor, de compreensão, de atenção, de alguém que sente comigo e fale: "calma, eu estou com você"
*Ou me quer e vem, ou não me quer e não vem. Mas me diga logo pra que eu possa desocupar o coração
*Eu sentia profunda falta de alguma coisa que não sabia o que era. Sabia só que doía, doía. Sem remédio. (...) alguma coisa sempre faz falta. Guarde sem dor, embora doa, e em segredo.
*Chorei três horas, depois dormi dois dias.Parece incrível ainda estar vivo quando já não se acredita em mais nada. Olhar, quando já não se acredita no que se vê. E não sentir dor nem medo porque atingiram seu limite. E não ter nada além deste amplo vazio que poderei preencher como quiser ou deixá-lo assim, sozinho em si mesmo, completo, total.
*Mas se eu tivesse ficado, teria sido diferente? Melhor interromper o processo em meio: quando se conhece o fim, quando se sabe que doerá muito mais -por que ir em frente? Não há sentido: melhor escapar deixando uma lembrança qualquer, lenço esquecido numa gaveta, camisa jogada na cadeira, uma fotografia –qualquer coisa que depois de muito tempo a gente possa olhar e sorrir, mesmo sem saber por quê. Melhor do que não sobrar nada, e que esse nada seja áspero como um tempo perdido.Eu prefiro viver a ilusão do quase, quando estou "quase" certa que desistindo naquele momento vou levar comigo uma coisa bonita. Quando eu "quase" tenho certeza que insistir naquilo vai me fazer sofrer, que insistir em algo ou alguém pode não terminar da melhor maneira, que pode não ser do jeito que eu queria que fosse, eu jogo tudo pro alto, sem arrependimentos futuros! Eu prefiro viver com a incerteza de poder ter dado certo, que com a certeza de ter acabado em dor. Talvez loucura, medo, eu diria covardia, loucura quem sabe!
*Num deserto de almas também desertas, uma alma especial reconhece de imediato a outra.
*Essa morte constante das coisas é o que mais dói
meu mal é saudade
já tô ruim de novo :(
calma, coração.

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

não sei porque quero que as pessoas adivinhem o que há de errado comigo,
ninguém pode adivinhar!

(talvez seja exatamente por isso)